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Ryanair vai deixando de ser a low cost mais barata

Nova politica da maior empresa do setor aumenta custos entre 10 e 20%
Quando se fala em preços baixos no modelo de transporte aéreo, honras e lembranças para a empresa irlandesa que transformou o meio. A Ryanair é símbolo e referência. E os preços mais em conta dos bilhetes, suas promoções (são comuns as de 1 euro por voo) e atitudes de mercado acompanharam o seu crescimento continuo em todos estes anos.
Só que a nova política anunciada quanto ao transporte de bagagem – com aumento entre 10% e 20% -  que será cobrada a partir de 1 de novembro, pode colocar a Ryanair na berlinda. As concorrentes Vueling, Iberia Express, Transavia e outras estão oferecendo preços mais competitivos. 
Habitualmente, o passageiro Ryanair tinha a alternativa mais econômica, principalmente quando não transportava nenhuma carga adicional. Porém, com esta nova política, deixará de ser a opção mais em conta. 

Outra informação em destaque no setor aéreo internacional chega através do acordo anunciado entre a easyJet e a Virgin Atlantic para a união de suas conexões através do serviço Worldwide que completou um ano em setembro e tem como objetivo a integração de rotas de longa distância. 
Esta aliança vai permitir voos de Barcelona a Orlando e de Edimburgo a Las Vegas. 
A low-cost britância avança assim em seu objetivo de conectar os voos da Europa para outros destinos internacionais. O acordo soma com alguns já alcançados com companhias como a Norwegian, Thomas Cook, Corsair, e Loganair.  
É uma resposta ao serviço formalizado entre a Ryanair e a Air Europa também efetivado no ano passado.

Edição: Julia Marques
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