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TURISMO DE SAUDE TEM CONGRESSO MUNDIAL NOS ESTADOS UNIDOS

11ª. Edição do World Medical Tourism  está sendo em Orlando, 
37 paises participam e o Brasil tem comitiva participante

Coordenada pela Apex, - Agencia Brasileira de Promoçao de Exportações e Investimentos - a delegação brasileira integrada pela Abratus, Ministério do Turismo e participa das atividades do congresso na Florida que reúne representantes dos setores de saúde, bem estar e turismo.
O Brasil apresenta-se atualmente como 22º. colocado no ranking  da Medical Tourism Index da Global Healthcare Resources e vem apresentando um crescimento considerável, 20% ao ano. Os principais emissores do segmento para os destinos brasileiros são os Estados Unidos, Emirados Árabes, Reino Unido, Egito, Omã, Alemanha e Kuait, além de países do continente africano. Entre os procedimentos mais demandados estão os tratamentos cosméticos e estéticos.

“Estamos preparando o mercado brasileiro para fazer negócios com os grandes compradores internacionais, ampliando a participação do país na rota do turismo médico internacional”,  afirma a presidente da Abratus, Julia Lima. Já o secretário nacional de  Qualificação e Promoção do MTur, Bob Santos, assina que “temos um grande potencial para o turismo de Saude, tanto no médico como no de bem estar, e estamos presentes para ampliarmos nosso conhecimento sobre este importante mercado”.

Em âmbito global, esta indústria turistica indústria cresceu 10,6% entre 2013 e 2015 e atingiu um impacto econômico de US$ 3,72 trilhões. Um segmento  que tem várias ramificações: indústria de spa, turismo de bem-estar, bem-estar no trabalho e espaços de bem-estar (casas e comunidades projetadas para a saúde física, mental, social e ambiental). 


A Abratus – fundada em 2011 – passa por um período de reorganização. Trabalha para integrar e certificar mercados e serviços. “Como o Brasil já é um destino de saúde que desponta no exterior e isso se comprova no crescimento de números de estrangeiros que procuram nossos consultórios, clínicas, hospitais, spas e hotéis para realizar procedimentos médicos e odontológicos, tratamentos de bem-estar e recuperação, temos um potencial imenso, e há muito para ser explorado tanto em doenças existentes, e  também buscar soluções preventivas, integrativas, longevidade e aliar saúde, bem-estar e beleza”,  detalha Julia.

Uma das grandes vantagens  que o Brasil  está procurando mostrar - além dos reconhecidos profissionais de medicina, toda a estrutura hospitalar e médica — é a beleza do pais com seus recursos naturais que proporcionam uma cura mais integrada. “Temos águas, plantas, regiões com ar puro e diversos outros fatores que contribuem para a cura.  Assim, precisamos vender melhor nosso turismo de saúde e atrair ainda mais recursos para o Brasil nesse segmento”,  complementa a presidente da associação.
A coincidência do evento com a data – com toda a repercussão que a eleição presidencial alcançou - coloca boas projeções para o pais. O Brasil registrou, ao longo de 2017, o maior número de entradas de estrangeiros em busca de tratamentos e saúde. Isto também possibilita, de forma mais organizada, que pode ter bem mais. “Queremos receber ao menos 2 milhões de pacientes até 2030 e impactar pessoas dentro e fora do país. Mas, para tanto, dependemos do aperfeiçoamento dos destinos, hospedagens e tudo o que envolve e acolhe esse turista”, afirma a presidente da Abratus, que está confiante nos contatos e entendimentos que está mantendo.

Entre as novidades que o setor está mostrando em ambiente internacional estão alguns dos novos empreendimentos do setor, como o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, que tem entrega prevista para o fim deste ano, um dos maiores hospitais em construção na América Latina , com 289 leitos.
Outros dois hospitais, um em São Paulo e outro em Minas Gerais também estão a caminho. Na capital paulista, é a ampliação do Hospital de Infectologia Emilio Ribas, que terá um total de 37,5 mil m² e ganhará muitas melhorias técnicas, Outro empreendimento é o Hospital de Vila Brasilândia, que terá 305 leitos e mais de 40 mil m².
Já no município mineiro de Betim, as obras darão vida maior ao Hospital Unimed BH – Unidade Betim, que será referência na região. O empreendimento terá um total de 44 mil m2, sete pavimentos – incluindo um heliponto, 215 leitos (60 destinados à UTI e 155 à internação), centros cirúrgico, obstétrico, de imagens, exames, endoscopia e hemodinâmica, além de laboratório de análises cínicas e Pronto Socorro com 900 atendimentos diários e assistência em 27 especialidades. A entrega também será no próximo ano.
No Centro-Oeste, por sua vez, o primeiro complexo do Hospital Sírio-Libanês fora de São Paulo e localizado em Brasília. O empreendimento, que proporcionará uma infraestrutura de ponta terá 30 mil m² e 144 leitos de internação – 31 deles para a UTI, seis salas de cirurgia e um pronto atendimento.

Edição > Antonio Euryco

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