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TURISMO PARA TODOS / A PARTE DE CADA UM NO PROJETO TURISMO SP E BRASIL
Com toda minha experiência no setor turístico, digo com propriedade que o turismo é a atividade econômica mais transversal que existe. 
Para tornar uma cidade com potencial turístico em um destino eficiente é necessário sim, o mínimo de infraestrutura: acesso, conectividade, saneamento. Mas só infraestrutura não faz turismo. 

Os responsáveis pelo destino precisam investir em capacitação, planejamento, incentivo aos empreendedores e marketing. Isso, no mínimo!
Infelizmente, ainda há uma resistência em não profissionalizar e monetizar o setor. Oportunidades de emprego e renda são perdidas pela falta de organização e investimento.
Mas toda população precisa ficar atenta, pois cobra-se dos gestores públicos (presidente, governador e/ou prefeito) que eles resolvam. Porém muitas vezes com um discurso de que apesar do turismo ser considerado a atividade do futuro, é preciso ver o agora, com geração de emprego, aumento de lucros etc, atravancamos seu desenvolvimento. Pois toda vez que o gestor tenta organizar alguma atividade (hospedagens caseiras, guiamento no ecoturismo, cobrança de taxa de proteção ambiental como Ubatuba está fazendo agora), a população grita que seus direitos serão violados. Sem perceber que não há união para o desenvolvimento.
Temos sim que cobrar os governos por infraestrutura, desburocratização, linhas de crédito e capacitação. Mas precisamos também nos inteirar sobre as políticas públicas e programas de estado. 
É muito necessário entender que a classificação no Ministério do Turismo se dá baseada nas hospedagens formais e, se não há contribuição nesse número, não há possibilidade de cobrar que o gestor consiga recursos.
Ainda é importante entender que o processo de rankeamento, inovador em São Paulo e impulsionador do desenvolvimento, também depende da formalização dos dados. Por isso, precisamos todos juntos fazer nossa parte.
Lembrando que cobrança de demandas históricas e pontuais ajuda muito.
Outro apontamento importante é: se todo mundo entende que para desenvolver o turismo, o recurso público precisa ser aplicado em infraestrutura mas também em custeio (promoção, capacitação, planejamento), porque o DADE, recurso estadual destinado as estâncias e MITs (Municípios de Interesse Turístico) só pode ser usado para infraestrutura? Qual o sentido? 
Nesse mesmo sentido, se todos concordam que é a iniciativa privada que promove a atividade econômica, por que insistem em atrativos públicos e dificultam tanto as concessões e PPPs (parcerias publico-privadas)?
Há muito tem-se construído no setor uma colaboração efetiva entre sociedade civil e governos, passando pelo trabalho magnífico de fortalecimento dos Conselhos Municipais de Turismo (Comturs), impulsionado pelo Sr Jarbas Favoretto (da AMITUR, associação que tenho honra de ser diretora técnica, ainda que afastada por conta da pré-candidatura). E sempre vejo uma cobrança de que os governos entendam as demandas dos empreendedores e sociedade civil, mas, veja, se a sociedade não entender como funciona a gestão pública e os governos, não saberá nem o que cobrar exatamente. 
Então chegou a hora de todo mundo colocar em prática uma fala muito dita e muito real: 
Tudo começa na educação. Vamos estudar para evoluir!
[19:04, 12/05/2022] Sec De Turismo Ilhabela: Mãe de 3 filhos, fundadora do Convention & Visitors Bureau do Alto Tietê, coordenadora de turismo do Fórum Náutico Paulista (Governo do Estado de SP) e relações governamentais pela Baobah.
Mestre em comunicação com foco em saúde pública, bacharel em medicina veterinária, especializada em clínica e em gestão pública. Faz parte da RAPS e do RENOVABR.
Atuou como coordenadora da Universidade Anhembi Morumbi. Em Guararema, começou a empreender na área de turismo e eventos, assumindo a diretoria de cultura e turismo da Prefeitura. Depois atuou como presidente da agência de desenvolvimento regional do Alto Tietê, secretária parlamentar no governo federal, secretária adjunta de turismo do Estado de SP e secretária de desenvolvimento econômico e do turismo de Ilhabela.

Agora é pré-candidata a deputada federal.

"O que me move todos os dias é trabalhar para que as pessoas tenham uma vida melhor, 
com prosperidade através de trabalho digno e sustentável".

Bianca Colepicolo
https://biancaporsp.com.br/

Edição Rose Cecilia
Data de publicação desta Matéria 12-05-2022
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