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MAIS CHILENOS SÃO ESPERADOS NO VERÃO DE SANTA CATARINA

Faciliddes na conexao aérea, mais promoção e pluralidade do mercado mudam o perfil para o próximo Verão

Uma nova leva de turistas sulamericanos é esperada para o próximo Verão na região Sul do Brasil. Santa Catarina foi beneficiada por um conjunto de ações, desde a promoção maior por parte da Embratur e do próprio Ministério do Turismo, e terá ainda o respaldo de um numero aumentado de voos tanto em rotas comerciais como charters, marcando inclusive a estréia da primeira empresa low-cost autorizada a voar no Brasil.
A novidade começa a partir da próxima semana,  na estreia da Sky Airlines, que trabalha com preços abaixo da média.  Além dela, que é a segunda maior companhia do Chile,  e farã a rota entre Santiago do Chile e Florianopolis,  com voos diários – em alguns dias serão três – o que  significa mais turistas chilenos, que são o segundo grupo de estrangeiros que aparecem com frequência por Santa Catarina via aeroportos. A expectativa é que seja uma grande estação com os serviços catarinenses  otimistas pelos pontos positivos que a estação traz.


A primeira viagem da capital do Chile para a Ilha de Santa Catarina ocorre na terça-feira (06). No auge da temporada de verão, em janeiro, o aeroporto de Florianópolis vai receber, por dia, nove voos da Argentina e três voos da capital chilena. Do Uruguai, serão cinco viagens por semana. Em Navegantes, serão mais três voos semanais na rota para Buenos Aires, além dos três que começaram a operar na 


A expectativa, portanto, é que o número de turistas estrangeiros procedentes dos países vizinhos aumente na temporada 2018-2019. Os chilenos ocuparão um novo espaço.  Os visitantes – Argentina, Uruguai e Paraguai – continuarão como a maioria, mas a projeção é que, desta vez, o sotaque chileno tome um pouco do espaço do castelhano argentino O Chile é o segundo país que mais envia turistas a Santa Catarina pela via aérea, atrás da Argentina, que estã em tendência de queda, devido às turbulências econômicas. E que também tem opções por Buzios (RJ) e o litoral do Nordeste.

Assim, a  tendência é ver pelas orlas catarinenses, menos consumidores de choripán – o tradicional sanduíche argentino com recheio de linguiça – e mais apreciadores de hot dog com palta - creme de abacate temperado.

Na preferência por bebidas, tanto argentinos quanto chilenos têm suas misturas. A bebida alcoólica mais consumida no Chile é o vinho, mas os jovens gostam de misturar o pisco – um tipo de aguardente de uva – com refrigerante de cola Com a mesma que os argentinos "batizam" o fernet, um licor amargo feito à base de ervas. Um costume que trazem junto com o objetivo de curtir o Verão, especialmente a característica de praia e sol.
As músicas mais tocadas no Chile e na Argentina são quase as mesmas, seguem tendências globais, principalmente de artistas costa riquenhos e colombianos. O jeito de se vestir ~e bem semelhante. É comum, inclusive, conferir uma família de turistas vizinhos andando nos shoppings antes mesmo de escutá-los hablando.

Neste verão, há uma projeção de que os argentinos fiquem em casa e não apareçam em tão grande número e acabem alavancando o turismo interno, especialmente pela flutuação do dólar.  Um tchau (ou até logo, nunca se sabe) a Punta, Florianópolis Caribe  e Miami, opinam argentinos ouvidos pela reportagem.


DADOS E EXPECTATIVA

De acordo com dados do Ministério do Turismo, em 2016 foram 15.133 chilenos que aterrissaram no Estado; em 2017, foram 17.629. O Chile é o segundo país que mais envia turistas a Santa Catarina pela via aérea, atrás da Argentina, que vem numa linha de tendência de queda, devido às turbulências econômicas enfrentadas pelo país vizinho.
A Agência Nacional de Aviação Civil deve autorizar mais linhas aéreas do tipo low cost antes ainda do final de ano, o que significa mais opções de voos para brasileiros e  e estrangeiros  no trafego de ida e volta.
O turismo responde por 12,5% do PIB catarinense, dai a expectativa otimista deste céu de Verão.  Os dados da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte indicam que o ticket médio por visitante cresceu nestes últimos três anos. Análise da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de SC (Fecomércio-SC), mostrou queda desde a temporada 2014.  No último verão, o ticket médio ficou em R$ 156,11, 15% maior do que os R$ 135,28 da temporada 2016/2017.
O percentual de estrangeiros também teve alta, principalmente pela busca da capital e outros pontos do litoral catarinense. Há dois verões, os turistas de fora representaram 12,4% do total de visitantes. Já no último, foram 29% do total, ainda de acordo com a pesquisa da Fecomércio-SC.

Fotos > Arquivo Santur

Edição > Antonio Euryco


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